quinta-feira, 28 de junho de 2007

quarta-feira, 27 de junho de 2007

As 7 Maravilhas da Gastronomia


Como bons portugueses, não nos podíamos esquecer da barriguinha e do palato! Os vegetarianos podem votar nos doces, queijos e no caldo verde se lhe retirarem o chouriço! And the points go to:
Queijo da Ilha de São Jorge
Amêijoas à Bolhão Pato
Arroz de Marisco
Pastéis de Bacalhau
Carne de Porco à Alentejana
Migas
Pastel de Nata

terça-feira, 26 de junho de 2007

As Maravilhas cá da terra


Aproveitei e votei nas maravilhas tugas:

Castelo de Almourol - Pela localização, pelo misticismo, pela dificuldade que uma construção no meio do rio deve ter representado

Convento de Cristo - Imponente e detalhado

Mosteiro da Batalha - Grandioso e belo

Mosteiro dos Jerónimos - Símbolo das descobertas e de tempos áureos

Palácio Nacional da Pena - Mescla de influências, beleza e carga poética

Templo Romano de Évora - Como não podia deixar de ser... Além de que é um símbolo do Alentejo e do país

Torre de Belém - Postal de Lisboa e símbolo do nosso espírito aventureiro (onde é que ele anda?)

Que me desculpem as restantes, mas a escolha tinha de ser feita.



























As Novas 7 Maravilhas



Depois de meses de hesitação, eis que chegou o momento da votação. Escolha difícil, sem dúvida. Lamento os que deixei sem voto, como o Kremlin, as Pirâmides, o castelo Neuschwanstein... Assim, a nível mundial, estas foram as minhas escolhas:


































Raciocínio:
Contemplar regiões e religiões diferentes
Marcos históricos e geográficos, identificáveis universalmente
Imponência e persistência na história da humanidade
Simbolismo
Taj Mahal - Cultura e religão hindu, símbolo do amor e da beleza
Angkor - Outra cultura, uma construção invulgar que nos leva a outras dimensões
Grande Muralha da China - Incontornável pela grandeza; representa mais outra cultura de tradições milenares
Machu Pichu - Símbolo de uma civilização que ainda continua a ser um mistério e que desde sempre me deixou fascinada
Torre Eiffel - Não sendo propriamente bonita, não deixa de ser um símbolo do século XX e da Revolução Industrial
Cristo-Rei - Pela imagem da cidade maravilhosa a seus pés, mas sobretudo por ser a única maravilha num país de língua portuguesa. Representante da religião católica e símbolo da Paz.
Alhambra - Marco muçulmano, é também uma conjugação de duas religiões e a única maravilha na Península Ibérica.

Ida ao Zoo







No primeiro Sábado de Verão fomos ao Zoo, com a estreante Lara e a repetente Sara. Foi um dia bem passado entre bichos de todas as espécies e feitios, passeios suspensos a ver a vida a passar lá em baixo, golfinhos e voltas no carrossel. O Zoo de Lisboa está diferente - é patente o esforço no sentido de criar melhores condições para os bicharocos. Estes é que não nos ligaram nenhuma e continuaram com a vidinha deles, como se comprova pelas fotos...

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Lista do Instituto Americano de Cinema


Em dez anos só quatro filmes ficaram para a história
por Pedro Chaveca in Expresso

Segundo a mais recente lista do Instituto Americano de Cinema (IAC) que inclui os 100 melhores filmes da história da sétima arte, nos últimos 10 anos não se produziram mais do que quatro películas dignas de figurar nessa prestigiada lista.
Os títulos são mundialmente conhecidos e talvez tenha sido esse o problema: “O Senhor dos Anéis – A Irmandade do Anel” (nº50), “O Resgate do Soldado Ryan” (nº71), “Titanic” (nº83) e o “Sexto Sentido” (nº89).
Qualquer bom observador percebe rapidamente que estes são filmes cuja qualidade é indiscutível, mas que foram, acima de tudo, grandes êxitos de bilheteira, vistos por milhões de espectadores.
Excepto o cru e duro “O Resgate do Soldado Ryan”, todos os outros foram Blockbusters, onde muitos dos espectadores estariam mais interessados em debicar gigantescos baldes de pipocas do que na história do filme.
Onde está Spike Lee?
Longe das décadas douradas dos anos 40 e 70 do século passado, em que se produziram filmes como “Casablanca”, “O Padrinho”, ou “O Caçador”, cujos legados são incontornáveis na história da sétima arte.
Ou mesmo dos nostálgicos anos 80, em que Spielberg deu vida a “ET – O Extra-terrestre”, e Ridley Scott colocou “Blade Runner – Perigo Eminente” como um dos melhores filmes de ficção científica de sempre.
Contudo e por pior que os últimos dez anos tenham sido é ridículo e algo disparatado reduzi-lo a apenas quatro títulos. No caso do “Titanic” é notório o peso do Blockbuster, pois a história do naufrágio do transatlântico já foi contada centenas de vezes, claro que sem Leonardo DiCaprio e com muito menos efeitos especiais.
Filmes como “Mistic River” de Clint Eastwood, ou “A Última Hora” de Spike Lee ficaram de fora, assim como o magnifico “O Informador” de Michael Mann com as soberbas interpretações de Al Pacino e Russell Crowe.
A forma como se chegou a esta lista foi bastante simples: O IAC enviou uma lista com 400 filmes (apenas 43 eram da década passada), a 1500 realizadores, actores, argumentistas, actores, e outras personalidades ligadas à indústria cinematográfica, depois cada um escolheria os filmes da sua eleição.
Estrangeiros de fora
Foi esta a forma que o IAC escolheu para comemorar o décimo aniversário da sua lista dos 100 melhores películas de sempre e se na centena de grandes filmes só houve espaço para quatro vindos das brumas da segunda metade dos anos 90, também é verdade que as escolhas foram completamente subjectivas não obedecendo a nenhum critério específico.
Nesta nova lista o primeiro lugar vai para o gigante “Citizen Kane” do imortal Orson Wells e a única longa-metragem vinda dos anos 90 é a “Lista de Shindler”, realizada por Steven Spielberg em 1993. Refira-se ainda que o recentemente oscarizado, Martin Scorsese, aparece em quarto lugar com “Touro Enraivecido”.
A centésima posição está reservada para a história bíblica “Ben Hur” com Charlton Heston, um clássico de 1959.
Uma das mais graves lacunas nesta lista é a ausência de filmes estrangeiros, que nem fizeram parte dos 400 títulos enviados aos júris. Assim a lista, e como se diz na gíria futebolística, “vale o que vale”.
E com filmes de dimensão universal como “A Vida é Bela”, “As Vidas dos Outros”, ou “Tudo Sobre a Minha Mãe”, de fora das escolhas, é quase certo que não valerá muito.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Where the Wild Roses Grow by Nick Cave and Kylie Minogue

O Nicolau no popularucho Top of the Pops!

Um tradutor em destaque (o que é raro...)

Pedro Tamen, tradutor de Em Busca do Tempo Pedido (Marcel Proust), obra publicada pela editora Relógio d’Água (2003-2005), dizia, a propósito do seu trabalho, em entrevista publicada nas páginas do ACTUAL/EXPRESSO:

(...) Esforcei-me por transmitir a mesma dificuldade que um francês encontra ao ler hoje Proust, facilitando ao mesmo tempo a compreensão do texto, usando a pontuação, cortando algumas frases com uns pontos e vírgulas, etc., e inserindo sujeitos onde os mesmos não eram claros, repetindo, por exemplo, que ele era fulano de tal, de modo a facilitar o entendimento. Também não pretendo que não se note a tradução. Quero, gostaria mesmo que se notasse, embora, agora que já ganhei uma certa distância sobre o texto, reconheça que eu quero que ele saiba que está a ler um livro francês que diz respeito a problemas muito datados. Decidi por isso manter algumas palavras em francês genuíno como «toilette» ou «atelier»; hesitei mesmo entre chamar Madame Verdurin e Senhora Verdurin, mas os nomes dos restaurantes, das ruas, fiz questão em manter, de modo a dar o mais possível o ambiente, embora escrito num português especial, naquele que o tradutor imaginou que Proust escreveria se o fizesse na nossa língua.
(...)“Traduzindo o tempo perdido, PEDRO TAMEN em busca de Marcel Proust em português”, Jornal EXPRESSO nº 1698, Actual de 14 de Maio de 2005, p. 73.

A Trilogia está completa!






A Trilogia das Jóias Negras: mais de um ano de trabalho e de convívio com o mundo alternativo e feroz dos Sangue. Uma obra audaciosa, que orgulhosamente apresento na sua tradução portuguesa.

Revista Tradução Magazine


Se há revistas de tudo e mais alguma coisa, porque não uma sobre Tradução? Estou curiosa, especialmente porque o segundo número aborda o tema da Localização de Software. A ler.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Robin dos Jardins

Num belo dia de Stº António - o mais frio e ventoso de que tenho memória - fomos ao Jardim Botânico da Ajuda ver a peça infantil (cujos actores são crianças):

O mais saboroso foi o bilhete que era comestível: uma tablete de chocolate de leite da Nestlé.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Badoca Park









Lá fomos, pela estrada fora passar dois dias diferentes. Ficámos em Vila Nova de Santo André, no hotel VilaPark - simpático e com um parque que foi a loucura das miúdas! Até 'slide' fizeram!



O Badoca é um projecto arrojado e louvável - lá andam criaturas de várias espécies, felizes e contentes naquele espaço aberto (só os tigres têm de ficar num espaço mais restrito, por razões óbvias). Também os funcionários mostram o gosto que têm no seu trabalho e isso reflecte-se na simpatia. É um dia bem passado em família e trazemos connosco não só belas recordações como também quilos de terra!





quarta-feira, 6 de junho de 2007