quinta-feira, 27 de março de 2008

10º aniversário do BodyCombat em Portugal


Uma aula, 12 mil alunos
A luta contra a obesidade é o mote para a maior aula de bodycombat de sempre. A promoção deste evento é da responsabilidade da Manz e o objectivo é promover esta actividade desportiva, bem como os seus benefícios para acabar com o excesso de peso, um dos grandes dramas da sociedade actual.
Tendo em vista este propósito, realiza-se no próximo dia 29 de Março, pelas 11.30, aquela que promete ser a maior aula de bodycombat do país. Ana Leal, da empresa organizadora, explica melhor como é que o evento se vai processar. “Contamos com cerca de 12 mil participantes que, à mesma hora, estarão a fazer bodycombat em diferentes locais”. (...)

Para quem não faz a mínima ideia do que é o bodycombat, podemos dizer que é um desporto que combina movimentos de várias artes marciais, exercita braços e pernas, e fortalece e tonifica o corpo, ao mesmo tempo que queima muitas calorias. Não é mentira. Para uma pessoa de 60 quilos, em média, uma hora de aula pode significar dizer adeus a cerca de 600 calorias.
Além de que melhora a situação cardiovascular, a coordenação, a força muscular, a agilidade, a flexibilidade e a postura.
Mega-aula: 29 de Março, às 11.30, em vários ginásios do país. por Maggie Oliveira in TimeOut

Apesar de ser uma modalidade que adoro e pratico quando posso, neste Open Day no meu ginásio, o Holmes Place de Miraflores, inscrevi-me na aula de Body Attack, que é bastante exigente e que se tornou numa aula de "culto", especialmente devido ao instrutor Bruno, que é uma força da natureza!

terça-feira, 25 de março de 2008

Fórum da Anne Bishop

Fui amavelmente convidada pela Editora Saída de Emergência, na pessoa do António, para ser Moderadora do fórum da Anne Bishop, alojado no sítio desta editora. Senti-me bastante honrada e entusiasmada uma vez que a vida me está a colocar mais um desafio. Já tive as noções básicas e já andei a remexer lá dentro, mas para já não vou poder dedicar muito tempo ao fórum uma vez que estou atarefada com a tradução de um livro (de quem? Anne Bishop, com certeza), mas logo que terminar vou tentar dinamizar mais o espaço. Não deixem de visitar e de contribuir, especialmente quem já leu os livros desta autora e gosta deste universo de fantasia. Lá estarei à vossa espera para moderar, esclarecer e opinar!

Nick Cave - The Exhibition


Iconic Australian musician, songwriter and author Nick Cave is now the subject of his own exhibition.
Go behind the music and into Nick’s imagination and the sources of his unique vision through original lyrics, notebooks, artwork, photography and books. There will also be objects from the musician’s own library and office, and rare and previously unavailable video and documentary footage.This world-premiere exhibition is an insightful and playful journey through his connection with Melbourne, London, Berlin, Sao Paulo and Brighton, England. It will also explore the many phases of Nick’s career including his work with The Boys Next Door, The Birthday Party, The Bad Seeds and Grinderman.Created and designed by the Arts Centre, this exhibition draws from over 800 items generously donated by Nick Cave to the Arts Centre’s Performing Arts Collection.

“This has been a revealing and rewarding experience. Much of this stuff has sat around in boxes for years and the process of “excavating” it has been many things – moving, disturbing, inspiring and downright terrifying.” Nick Cave

É logo ali ao virar da esquina, no Arts Centre, em Melbourne.

Nick Cave named "Counter Culture Icon"


Não é que precisasse de prová-lo ou de ter um papel a confirmá-lo. Acho estranho o Nicolau ter-se deixado ir na conversa da Rough Trade, pois se aqui há uns anos pediu educadamente à MTV que retirasse uma das suas músicas que concorria a um dos prémios desse canal, o que terá mudado? Uma das razões que invocava na altura era que a Musa dele não precisava de prémios, que podiam até assustá-la. Há pouco vi uma entrevista em que dizia que pusera a noção de Musa um pouco de parte e agora criava com base no trabalho e que, tal como toda a gente, tem dias melhores e outros que não correm tão bem. Na minha modesta opinião, a Musa tem muitos nomes... mas a verdade é que acho sinceramente que a dupla resultava na perfeição!
Ficamos então a saber, caso nos tivesse passado ao lado, que este senhor é oficialmente um "counter culture icon".

sexta-feira, 21 de março de 2008

Dia Internacional da Poesia

Sou um evadido.
Logo que nasci
Fecharam-me em mim,
Ah, mas eu fugi.

Se a gente se cansa
Do mesmo lugar,
Do mesmo ser
Por que não se cansar?

Minha alma procura-me
Mas eu ando a monte,
Oxalá que ela
Nunca me encontre.

Ser um é cadeia,
Ser eu é não ser.
Viverei fugindo
Mas vivo a valer.

Fernando Pessoa

Última viagem para as estrelas

Arthur C. Clarke, o autor da história, e posteriormente do argumento, que daria origem a «2001: Uma Odisseia no Espaço», faleceu dia 19 de Março, aos 90 anos, vítima de problemas respiratórias, na sequência da síndrome de pós-pólio de que sofria desde os anos 60.
Clarke foi um dos mais importantes escritores de ficção científica de sempre, com uma obra feita de imensas histórias curtas e vários livros, em que fundia temas com sólida base científica e tecnológica, com uma perspectiva optimista da exploração espacial e uma sensibilidade invulgar para o misticismo e o paranormal.
No que diz respeito ao cinema, Clarke escreveu, em 1947, o conto «The Sentinel», que 20 anos mais tarde, expandiria em simultâneo para um romance e um filme seminal (este com argumento partilhado com Stanley Kubrick): «2001: Uma Odisseia no Espaço», porventura a obra mais importante da história da ficção científica na Sétima Arte.
Clarke escreveu ainda uma sequela a este romance, que seria adaptada ao cinema por Peter Hyams em 1984 como «2010: O Ano do Contacto».
Actualmente, continua em desenvolvimento a adaptação por David Fincher de outro dos seus livros mais célebres: «Rendez-vous with Rama». por Luís Salvado em http://cinema.sapo.pt/Xw2/812275.html

Só me recordo de ler a Expedição à Terra, mas devo ter lido outros, especialmente na fase em que devorava ficção científica (onde também se incluiam Robert A. Heilein, Carl Sagan, Frank Herbert, Philip K. Dick, Isaac Asimov, e sei lá que outros).

Sweeney Todd desaparecido!...


Dei com o filme do post anterior pois andava à procura de uma sala onde estivesse em exibição o Sweeney Todd, agora que as miúdas estão uns dias nos avós. Qual o meu espanto quando descubro que já não está em nenhuma sala a uma distância geograficamente razoável! Fez-me lembrar o que li/vi há uns tempos, em que alguém comentava com indignação que hoje em dia os filmes entram e saem das salas à velocidade da luz, vá-se lá saber porquê, e que salas como o velhinho e fechado Quarteto mantinham os filmes durante meses a fio, o que permitia retardatários conseguirem recuperar atrasos cinematográficos... A lei dos multiplexes e dos blockbusters não quer cá descuidos, toca mas é a correr para as bilheteiras assim que os filmes estreiam ou então resta-nos a pirataria enquanto não chegam os DVDs. Mas há filmes que são para ver em grande, é verdade... Chuif...

A Sombra do Caçador

Este é um dos mais belos filmes que já vi e traz-me sempre à lembrança a circunstância em que o vi: à hora que deveríamos estar na Faculdade a ter uma aula de Literatura Americana, o Prof. Feijó decidiu que a aula teria lugar na Cinemateca a assistir a este filme. Lembro-me de ir com a Cristina que partilhava essa disciplina comigo e que adorámos. Tive a sorte de ter professores que me deram a conhecer obras como esta e que tiveram a coragem de sair da rotina.
Vem isto a propósito de ter visto o cartaz por aí e de pensar no motivo que levaria a esta reposição em dois cinemas da capital. Será que confundiram com o outro, "Na Sombra do Caçador"? Sei lá, mas é uma boa oportunidade para o (re)ver na grande tela.

Winx - O filme


A Sara contou os dias até à estreia do filme. As duas pimpolhas arrastaram o pai até ao cinema na manhã de Domingo e deliraram com as novas aventuras das suas fadas preferidas. O filme marca também a nova imagem desta heroínas. Parece que no final os miúdos que enchiam a sala aplaudiram em pé, por isso parece que aprovaram!

quinta-feira, 20 de março de 2008

1000!

Então não é que o contador passou dos mil e nem dei por isso...
Aos visitantes deste modesto espaço: obrigada e voltem sempre!

sexta-feira, 14 de março de 2008

Diamanda em Portugal ou Ai a minha vida...

Assim não há bolsa nem vida para tanto!...

10 de Maio na Aula Magna em Lisboa
Diamanda Galás, aclamada vocalista e virtuosa pianista, regressa a Portugal para apresentar o seu novo álbum intitulado Guilty Guilty Guilty. Com lançamento marcado para Março, o novo álbum não se baseia apenas no repertório original de canções de amor trágicas de Galás, conta também com versões de temas de Juliette Gréco, Jacques Prévert, Edith Piaf e Johnny Cash.

Leonard Cohen em Julho?

Parece que vou ter de alterar as minhas férias...

De acordo com o site http://www.blogger.com/www.leonardcohenfiles.com, a denominada "World Tour 2008-2009" passará por Lisboa a 19 de Julho e o concerto deverá ser ao ar livre, uma vez que está designado para o Passeio Marítimo, desconhecendo-se o local exacto. Desta digressão, destaque para as actuações de Leonard Cohen no festival Glastonbury, no Reino Unido, a 29 de Junho, no festival de jazz de Montreux, na Suíça, a 8 de Julho, no castelo de Edimburgo, Escócia, a 16 de Julho, e no festival de Benicassim, em Espanha, a 20 de Julho. Na estrada, Leonard Cohen estará acompanhado pelos músicos Roscoe Beck, Neil Larsen, Bob Metzger, Javier Mas, Christine Wu, Rafael Gayol e Dino Soldo. Ainda segundo o mesmo site, esta será a terceira vez que o cantor e escritor canadiano actua em Portugal, depois de se ter estreado em 1985 e ter regressado em 1988. Leonard Cohen, 73 anos, é considerado um dos maiores escritores de canções folk da segunda metade do século XX, autor de músicas que versam sobre amor, espiritualidade, religião ou sexo, embrulhadas em soturnidade, melancolia, cinismo e provocação. (...) in Sic Online

Sick...


Assim que entreguei um trabalho, a gripe levou a melhor e tive que ficar na cama para ver se recupero depressa... Mal conseguia abrir os olhos e nem liguei o computador. Com tanto para fazer, não sei como vou recuperar esta semana perdida... Malandros dos anti-corpos que me falharam!

terça-feira, 11 de março de 2008

O Que é uma Boa Tradução?

«O que é para si uma boa tradução?»
Não sabendo o que dizer, respondi vagamente:
«É... uma tradução... artisticamente bem feita...»
«E o que é para si uma tradução artisticamente bem feita?»
«É... uma tradução... que transmite fielmente as
peculiaridades poéticas do original.»
«E o que quer dizer transmitir fielmente? E o que são as
peculiaridades poéticas do original?»
Aqui fiquei embaraçado. Era capaz de distinguir pelo
«faro» uma boa de uma má tradução, mas não estava
preparado para dar uma explicação teórica da minha
avaliação.
Kornej Cukovskij, A Tradução, Uma Grande Arte (Diálogo entre Maksim Gorkij e Kornej Cukovskij, em 1918)
http://babilonia.ulusofona.pt/arquivo/revista_2_3/pdf_rev2_3/ensaios_jose_barreiros.pdf

sábado, 8 de março de 2008

Peter Pan


Este blogue está cada vez mais anacrónico, é verdade... Voltemos agora a Fevereiro: as minhas filhas e o seu amigo Tomás levaram o Armando a reboque para ver este musical. Como é uma das histórias preferidas da Lara, desde esse fim-de-semana que praticamente todas as noites temos a encenação resumida da peça. E sempre que lhe digo para fazer alguma coisa, vem a resposta com a devida continência: "Sim, atão!" (=capitão). É que, apesar de gostar do Peter Pan, Sininho e afins, é fascinada pelo Capitão Gancho desde que fomos à Disney. Agora ficou a gostar ainda mais pois ao que parece o Kapinha/Capitão Gancho dominou o palco e fez a festa toda. Antes da peça, passámos pelo Hard Rock Café, que as miúdas adoram pelo ambiente, mas ai a comida...

Adorei este "Odiamos"

So true!
Odiamos A família do Ruca
Aviso prévio à navegação: nós não odiamos o Ruca. O Ruca é um rapazinho de quem os miúdos gostam e os pais também, porque não anda metido em confusões e o máximo de rebeldia de que é capaz é recusar-se a tomar banho.
O que nós odiamos mesmo é a família do Ruca. A começar pela mãe. A mãe do Ruca é capaz de se levantar 322 vezes por noite (porque a criancinha tem medo, fome, sede, birra) sem nunca se queixar, sem nunca falar em tom crispado, sem nunca ameaçar dar-lhe uma galheta.
A mãe do Ruca tem uma paciência infinita que dá cabo da imagem de qualquer mãe normal, e o que nos vale é ela ser tronchuda e mal vestida, caso contrário era coisa para enfiar com algumas mães num divã a discorrerem sobre a vida.
A avó do Ruca é outra. Ela faz bolos com o Ruca, ela monta casinhas de cartão com o Ruca, ela faz jardinagem com o Ruca, ela inventa elaborados jogos com o Ruca, ela pinta com o Ruca, ela só tem olhos para o Ruca, e nunca lhe doem as costas, nem os joanetes, nem tem tensão alta, nem perde a cabeça porque o miúdo está a ser parvo, nem o manda brincar no quarto um bocadinho porque está exausta, nada. E a gente vê isto e topa que os nossos filhos nos miram de soslaio, e lê-se nos olhos deles que lastimam a sorte, porque a mãe chega a casa derreada e só quer aterrar no sofá, porque o pai ao fim de três pontapés na bola queixa-se dos rins e porque a avó está muito longe de ter a pachorra da outra senhora. E é por isto que odiamos a família perfeita do Ruca, que nos amachuca, nos humilha e nos realça a imperfeição.
Além de que, cá para nós, por causa daquela família o miúdo há-de virar um estafermo mal-educado, que pensa que o mundo gira sobre a sua cabeça careca.
Sónia Morais Santos na Timeout

E esta?!



A terceira banda sonora assinada pelo Nicolau, a segunda num estilo western, dilacerantes e melancólicas como não podia deixar de ser. Mais um filme que ficou por ver...

Dig!!! Lazarus Dig!!! Já cá canta!


(…) “At moments like that, it would be tempting to call Dig!!! Lazarus Dig!!! exemplary. But that makes it sound stuffy and didactic, which it isn't at all. It's hilarious, chilling and exhilarating: further evidence of the unique and enviable position Cave finds himself in at 50.” http://arts.guardian.co.uk/filmandmusic/story/0,,2260440,00.html
(…) “Obviously, Dig!!! is still replete with Cave-licious things like sin, squalor and philosophy, but his never-ending swing from erudition to beastliness feels newly energised. (…) The bigger lesson though, is this: sometimes, even 14 albums can't exhaust a talent.”

domingo, 2 de março de 2008

Aniversário 3+6




Trinta e seis. 36. 3+6, é a idade da Lara e da Sara! Curioso! Fez-me sentir mais jovem, este significado fortuito dos números. Foi ontem, 1 de Março, num dia primaveril diferente de vários aniversários molhados... Contudo, cada vez mais, este é um dias para as filhas, pois são elas que dão importância e significado e nos arrastam para um sentimento festivo. As minhas filhas acordaram-me com um presente cheio de mimos: Dois posters das novas Winx! E não é que a Sara queria colá-los na parede?! Mais tarde, lá recebi o típico e desejado Relógio Sea of Beauty que anunciava o bom tempo e nos faz pensar no calorzinho da praia!