quinta-feira, 24 de abril de 2008

Blade Runner


Batty: [taunting Deckard with a counting rhyme] Six! Seven! Go to Hell or go to Heaven! Deckard: [Deckard smashes an iron rod against Batty's head] Go to Hell!
Batty: [grabbing the iron rod] GOOD! THAT'S THE SPIRIT!

Blade Runner, directed by Ridley Scott and based on Philip K. Dick's novel Do Androids Dream of Electric Sheep*, is a Sci-fi slash Noir film about a cop named Rick Deckard (Harrison Ford) in a decrepit 2019 Los Angeles whose job it is to "retire" four genetically engineered syborgues, known as "Replicants". The four fugitives, Pris (Daryl Hannah), Zhora (Joanna Cassidy), Leon (Brion James), and their leader, Roy Batty (Rutger Hauer), have escaped from an off-world colony in order to find their creator and bully him into expanding their pre-determined four year life span.
Retirado da IMDb.

* Lido e comprado em Londres há dez (10!) anos:

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Dia Mundial do Livro


Desafio: O que estão a ler neste momento?
Eu vou retomar o último Harry Potter que interrompi devido ao trabalho, mas posso considerar-me privilegiada pois trabalho e leio ao mesmo tempo, pelo que posso dizer que desde o início do ano li dois livros (um de Susan Lewis e outro de Anne Bishop), ainda por publicar pelas respectivas editoras.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Dia Mundial da Terra

CURIOSIDADES SOBRE O PLANETA TERRA
- A Terra tem aproximadamente 4,5 biliões de anos
- A Terra tem 510,3 milhões de quilómetros quadrados
- Cerca de 97% do planeta é composto por água
- A quantidade de água salgada é 30 vezes maior do que a água doce
- A atmosfera terrestre vai até cerca de 1000 quilómetros de altura, sendo composta por 77% de nitrogénio, 21% de oxigénio, com traços de árgon, dióxido de carbono e água
- A Terra já passou pelo menos por três grandes períodos glaciais
- A Terra gira em torno do sol a 107 mil quilómetros por hora
- A Terra é o terceiro planeta a contar do Sol e o quinto maior
- O ponto mais alto da Terra é o monte Evereste, com 8848 metros acima do nível do mar
- Actualmente a população humana da Terra ronda os 6 biliões de pessoas
- A expectativa média de vida dos humanos é 65 anos
- Mais de um bilião de pessoas vive com menos de 1 euro por dia
- 125 milhões de crianças não têm acesso à educação básica
- Há 43 milhões de pessoas infectadas pelo HIV
- 1 em cada 6 pessoas não tem acesso a água potável
- 23,5% dos adultos dos países em desenvolvimento (81% da população mundial) são analfabetos - 12500 espécies de fauna e flora estão em vias de extinção
Fonte: Expresso

As nossas fotos





Obrigada, Carla e maurobindo pela companhia (e pelas fotos). Foi uma noite de apoteose!

Nick Cave no Coliseu de Lisboa


Nick Cave: a classe do camaleão
Não era tão negra como se esperava a tonalidade da roupa do público que esperava Nick Cave e os seus Bad Seeds em mais uma noite de Coliseu completamente apinhado. A abrir o apetite, e com quase uma hora de concerto, Dave Graney & the Lurid Yellow Mist apresentaram-se em formato trio e percorreram os temas que compõem a carreira do compositor australiano, sobretudo do ainda inédito "We Wuz Curious".
Um único olhar geral chegava para perceber que a massa humana que decorava o Coliseu tinha nascido ainda antes da década de 80 mudar para sempre a história da música. É a geração que foi procurar os Birthday Party, depois de descobrir "From Her to Eternity" em 1984, a que acompanhou os devaneios de Henry em "Henry's Dream" em 1992 e a que aguentou a exasperação melancólica de "No More Shall We Part" já em 2001.
Não é a toa que se evoquem os catorze álbuns que Cave editou com os Bad Seeds, porque é impossível desligar o homem do artista, e o músico do seu percurso. E lá aparece ele. Magro, alto, todo de preto e de bigode bem marcado no meio da face. Cave em palco é tudo o que quisermos fazer dele. O pregador de 'Night of The Lotus Eaters' e o professor de 'Today's Lesson', as duas de "Dig,Lazarus, Dig!!!", o novo álbum e a maior viagem da sua obra ao âmago da América, cujo espírito Cave incorpora melhor do que muitos americanos.
Com o australiano a proposta é a imprevisibilidade. 'Red Right Hand', ainda mais intensa em palco, é um espécie de boas vindas a um inferno muito particular, com a musicalidade irrepreensível dos Bad Seeds, qual orquestra rock da escuridão. E apesar do preto geral, é o vermelho que começa a destacar-se. O do sol intenso do deserto atravessado em 'Dig,Lazarus,Dig!!!' e 'Moonland'. Mais dentro da sua própria interpretação com o avançar do concerto, Cave é agora a estrela de rock que sempre recusou ser. Dança, dialoga e até insulta com ironia o público, pede palmas, manda parar os temas. Não está longe. Está mesmo ali. Do outro lado, a assistência pede os temas mais antigos. E os músicos correspondem com 'Deanna' e o excelente 'The Ship Song', em absoluto coro.
'Jesus of the Moon' tira-nos do deserto e embala-nos em vagões cheios da herança de Dylan, que mais tarde o próprio Cave invoca com 'Wanted Man', o tal tema que Dylan escreveu com Johnny Cash em 1969. E aos poucos um outro Cave começa a aparecer. O poeta e amante de 'Lie Down Here (& Be My Baby)' e 'I Let Love In', do álbum com o mesmo nome de 1994. A fechar 'Get Ready For Love' traz "Abbatoir Blues" e 'Stagger Lee', a referência ao histórico assassínio que revisitou em "Murder Ballads".
Quando Cave voltou a palco, ficou a sensação que uma nova parte do espectáculo ia começar. Depois de pedir a colaboração do público para 'The Lyre of Orpheus ', com cheiro a improviso oferece os antigos 'Your Funeral...My Trial', 'Straight To You' e o esperado 'Into My Arms', num arrepiante sussurro de final de noite a dois. Sem arredar pé, o público não se faz rogado e pede mais um encore. Em absoluta noite de generosidade, e à laia de laboratório para a digressão que começou nessa noite, Cave continua a apresentar os temas novos, com 'We Call Upon the Author' e 'Albert Goes West'. A acabar 'Nobody's Baby Now'. «Adoro-vos» diz para rematar. E lá foi ele, já sem ser o mesmo. E nós um pouco também.

ALINHAMENTO
1. Night of the Lotus Eaters
2. Today’s Lession
3. Red Right Hand
4. Dig, Lazarus, Dig!!!
5. Tupelo
6. Moonland
7. Deanna
8. The Ship Song
9. Jesus of the Moon
10. Lie Down Here (& Be My Girl)
11. I Let Love In
12. Papa Won’t Leave You, Henry
13. Midnight Man
14. More News From Nowhere
15. Get Ready For Love
16. Stagger Lee

ENCORE 1
17. The Lyre of Orpheus
18. Wanted Man
19. Your Funeral My Trial
20. Straight To You
21. Into My Arms
ENCORE 2
22. We Call Upon The Author
23. Albert Goes West
24. Nobody’s Baby Now

quinta-feira, 17 de abril de 2008

The Weeping Song - Nick Cave and the Bad Seeds

Um vídeo a lembrar o melhor de Ed Wood! Mais uma vez prova-se que grandes músicas não precisam de grande aparato.

The Weeping Song

Go son, go down to the water
And see the women weeping there
Then go up into the mountains
The men, they are weeping too.
Father, why are all the women weeping?
They all are weeping for their men
Then why are all the men there weeping?
They are weeping back at them.

This is a weeping song
A song in which to weep
While all the men and women sleep.
This is a weeping song
But I won't be weeping long.

Father why are all the children weeping?
They are merely crying son.
O, are they merely crying father?
Yes, true weeping is yet to come.

This is a weeping song
A song in which to weep
While all the little children sleep.
This is a weeping song
But I won't be weeping long.

O father tell me are you weeping?
Your face seems wet to touch.
O then I'm so sorry father
I never thought I hurt you so much.

This is a weeping song
A song in which to weep
While we rock ourselves to sleep.
This is a weeping song
But I won't be weeping long
No. I won't be weeping long

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Wings of Desire

Nick Cave e Wim Wenders!

Falta uma semana

The Carny
And no-one saw the Carny go
And the weeks flew by
Until they moved on the show
Leaving his caravan behind
It was parked out on the south east ridge
And as the company crossed the bridge
With the first rain filling the bone-dry river bed
It shone, just so, upon the edge
away, away we're sad to say

Dog-boy, Atlas, Man-drake, the geeks, the hired hands
There was not one among them that did not cast an eye behind
In the hope that the Carny would return to his own kind

The Carny left behind a horse so skin and bone that he'd named Sorrow
And it was a shallow unmarked grave
That that old nag was laid
In the then parched meadow

And it was the dwarves that were given the task of digging the ditch
And laying the nag's carcass in the ground
while boss Bellini, waved his smoking pistol 'round
Saying ''The nag was dead meat''
''We can't afford to carry dead weight''
The whole company standing about
Not making a sound
And turning to the dwarves on the enclosured gate
the boss says ''bury this lump of crow bait''

And the rain came hammering down
Everybody running for their wagons
Tying all the canvas flaps down
The mangy cats growling in their cages
The bird-girl flapping and squawkening around
The whole valley reeking of wet beast
Wet beast and rotten, sodden hay
Freak and brute creation all packed up and on their way

The three dwarves peering through their wagon's hind
Moses says to Noah ''We shoulda dugga deepa one''
Their grissom faces like dying moons
Still dirty from the digging done

And Charlie the Atlas to the three said
"I guess the Carny ain't gonna show"
And they were silent for a spell
wishing they'd done a better job at burrying Sorrow

And the company'd passed from the valley into higher ground
The rain beat on the ridge and on the meadow and on the mound
Until nothing was left, nothing left at all
Except the body of Sorrow that rose in time
To float upon the surface of the eaten soil

And a murder of crows did circle 'round
First one, then the others flapping blackly down

And the Carny's van still sat upon the edge
Tilting slowly as the firm ground turned to sludge

And the rain it hammered down
And the rain it hammered down
And the rain it hammered down
And the rain it hammered down

And no-one saw the Carny go
And no-one saw the Carny go
And no-one saw the Carny go
I say its funny how things go

terça-feira, 8 de abril de 2008

Nick Cave and P.J. Harvey - Henry Lee

Mas que cumplicidade! Um dos melhores duetos de sempre. Do eterno "Murder Balladas"

Maldoror - Mão Morta


A partir de “Os Cantos de Maldoror”, a obra-prima literária que Isidore Ducasse, sob o pseudónimo de Conde de Lautréamont, deu à estampa nos finais do séc. XIX, os Mão Morta, com os dedos de alguns cúmplices, estruturaram um espectáculo singular onde a música brinca com o teatro, o vídeo e a declamação. Aí se sucedem as vozes do herói Maldoror e do narrador Lautréamont, algumas imagens privilegiadas das muitas que povoam o livro, sem necessidade de um epílogo ou de uma linearidade narrativa, ao ritmo da fantasia infantil – o palco é o quarto de brinquedos, o espaço onde a criança brinca, onde cria e encarna personagens e histórias dando livre curso à imaginação. Em similitude com a técnica narrativa presente nos Cantos, a criança mistura em si as vozes de autor, narrador e personagem, criando, interpretando e fazendo interpretar aos brinquedos/artefactos que manipula as visões e as histórias retiradas das páginas de Isidore Ducasse, dando-lhes tridimensionalidade e visibilidade plástica. O espectáculo é constituído pelo conjunto desses quadros/excertos, que se sucedem como canções mas encadeados uns nos outros, recorrendo à manipulação vídeo e à representação. Como um mergulho no mundo terrível de Maldoror, povoado de caudas de peixe voadoras, de polvos alados, de homens com cabeça de pelicano, de cisnes carregando bigornas, de acoplamentos horrorosos, de naufrágios, de violações, de combates sem tréguas… Sai-se deste mundo por uma intervenção exterior, como quem acorda no meio de um pesadelo, como a criança que é chamada para o jantar a meio da brincadeira – sem epílogo, sem conclusão, sem continuação!
23 de Abril - Culturgest em Lisboa

Contagem decrescente

Shaun The Sheep

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Shaun The Sheep ou A Ovelha Choné



Sempre que as minhas filhas estão a ver esta série no Canal Disney, não consigo arredar pé. Ou não fosse uma criação da Aardman, com o dedo de Nick Park, sendo que a personagem principal é um spin-off de um filme de Wallace e Gromitt. No post a seguir podem ver um episódio. Embora longo (7 mts.), vale a pena. Reparem na ovelha pequenita, nos rolos de uma outra ovelha, nos olhares dos bichos, enfim, uma obra-prima da animação!

No canal Disney, por volta das 19.30h. Site oficial aqui.

Dr. Nicolau Caverna, se faz favor!


FANS take note: from now on, it's Dr Cave.
In a small meeting room at Monash University's Clayton campus yesterday a handful of Nick Cave's nearest and dearest gathered around a rectangular boardroom table as the self-confessed art school drop-out became Dr Nicholas Edward Cave.
With British wife Susie Bick, seven-year-old twin sons Earl and Arthur, and mum Dawn looking on, a sharply dressed Cave accepted an honorary doctorate of laws in one of the more unusual graduation ceremonies hosted by the university.
While the grand 1598-seat Robert Blackwood Hall sat empty, the 50-year-old musician, screenwriter, novelist, poet and actor donned the velvet Tudor bonnet and a red and white gown for the ceremony, which was as intimate as it was brief.
But the gown and bonnet were not for the cameras. While Cave's three-member documentary crew were given full access to the ceremony, press photographers waited outside in vain for a shot of the new doctor in his robes.
As Monash's vice-chancellor Richard Larkins pointed out, Cave's link with the university dates back to the 1970s when the young Caulfield Grammar graduate studied fine art at what was then the Caulfield Institute of Technology — now Monash's Caulfield Campus.
It was, Professor Larkins said, "for a relatively short period of time".
"It's something we do honour and value for the fact that you've gone on to make so many contributions after your association with Caulfield Technical School," Professor Larkins told Dr Cave.
Cave's words, however, were a little more brutal — "I failed in the second year."
But he wouldn't have had it any other way.
"I am eternally grateful that I failed, because it pushed me in to a completely different area," Cave said.

Disney no Gelo





Desta vez, coube-me a mim acompanhar as miúdas. A nós juntaram-se a Ana e a Madalena, a Vanda e o Tomás, o único homem do grupo! Momentos divertidos e doces!

De rajada!


Na companhia do papá e muitas pipocas, estas miúdas não perdem uma boa e divertida animação!

Férias da Páscoa

Pintura com as mãos, oferta da madrinha Babá!
Aguarelas divertidas, oferta da madrinha Vanda!

2008 INTERNATIONAL YEAR OF LANGUAGES

GENERAL ASSEMBLY PROCLAIMS 2008 INTERNATIONAL YEAR OF LANGUAGES, IN EFFORT TO PROMOTE UNITY IN DIVERSITY, GLOBAL UNDERSTANDING

The General Assembly this afternoon, recognizing that genuine multilingualism promotes unity in diversity and international understanding, proclaimed 2008 the International Year of Languages.
Chavão do ano: Unidade na diversidade. Seria lindo se não fosse um tanto ou quanto irrealista.


quarta-feira, 2 de abril de 2008

Dia Internacional do Livro Infantil


A ideia era oferecer um livro a cada uma das minhas meninas que tanto gostam de histórias! Por falta de tempo nestes dias em que os prazos finais começam a exercer a devida pressão, não consegui cumprir esta intenção. Porém, fica assinalado o dia com um dos livros que a Sara leva para todo o lado, porque gosta e porque já consegue ler muitas daquelas palavras que rimam!